Do fundo de quintal a uma fábrica que opera há mais de meio século.
A Inplasse começou pequena, com uma máquina e uma decisão: fazer plástico bem feito. Hoje somos uma equipe de 40 pessoas — com a mesma obsessão por processo do primeiro dia.

Um legado construído máquina por máquina.
Tudo começou com o Sr. Sebastião Coelho, uma injetora Opalitter e o próprio dinheiro.
A Inplasse não nasceu fazendo embalagem. As primeiras peças que saíram daquela máquina foram carrapeta de torneira — a peça que regula a pressão da água —, ficha de ônibus, cabide e chuveirinho de torneira. Miudeza de plástico, feita em volume, numa época em que quase todo objeto de casa ainda estava trocando o metal e a madeira pelo polímero.
Uns cinco anos depois veio a primeira embalagem para alimento. Foi ela que definiu o rumo: a peça deixou de ser um item avulso e passou a ser o recipiente de que o produto de outra empresa dependia — com a exigência de medida, de vedação e de repetição que isso traz junto.
A primeira década foi de aprendizado: ciclos de injeção que falhavam, moldes que precisavam de ajuste, lotes que voltavam do cliente. Cada problema virou regra. Cada regra virou processo. Cada processo virou a forma como a Inplasse opera até hoje.
Nas décadas seguintes, internalizamos ferramentaria, expandimos para sopro, adicionamos serigrafia e acabamento. Cada nova etapa entrou só quando a anterior estava madura — não fazemos algo até saber fazer direito.
Hoje, mais de meio século depois, continuamos com a mesma mentalidade do fundador. Inovação não é discurso de banner; é a próxima resina que vai entrar em homologação, o próximo molde que vai sair da CNC, o próximo cliente que vai dizer “este lote ficou idêntico ao de 5 anos atrás.”
O que aconteceu pelo caminho.
Sr. Sebastião Coelho inicia a operação com uma máquina injetora Opalitter em um quintal da Baixada Fluminense. As primeiras peças são carrapeta de torneira, cabide e ficha de ônibus.
Internalização do projeto de moldes. A fabricação, o ajuste e a correção passam a ser feitos na própria unidade.
Adição da linha de sopro extrusão, ao lado da injeção que operava desde a fundação. Abre a produção de frascos e bisnagas em geometria oca.
Formalização de processos, rastreabilidade de lote e controle documental.
Linha de produção homologada para resinas pós-consumo e materiais base biológica.
O que sustenta mais de meio século de operação contínua.
Qualidade rastreável
Rastreabilidade de lote e tratamento de não-conformidade por 8D.
Compromisso ambiental
Reaproveitamento interno de moído, PCR certificado e relatórios anuais para os times de ESG dos clientes.
Tecnologia atualizada
Investimento contínuo em máquinas, CNC e simulação. Cada decisão técnica reflete equipamento de geração atual.
Equipe especializada
Engenheiros de processo, ferramentaria própria e time de qualidade independente da produção.
Inovação contínua
P&D ativo em materiais e processos. Bio-plásticos, PCR, controle estatístico em tempo real.
Atendimento próximo
Cliente fala direto com quem decide. Sem camada de SDR, sem ticket genérico.